Nunca digas Adeus
Isso do nunca digas adeus é uma grande tanga. As pessoas até dizem o que for preciso para amenizarem o vazio da despedida, mas acaba por ser sempre uma despedida.
Adeus Bruxelas.
Foi um reencontro bonito, e que aliás me fez bastante bem.
Como já disse, não sei se hei de voltar para aqui no futuro. Talvez sim, talvez não.
A vida tem destas incertezas. Constantemente mutáveis. Imprevisivelmente sólidas.
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Na despedida, uma parada de cavalos especialmente para mim.
O Parc du Cinquantenaire (que aliás é talvez o meu sítio preferido de Bxl, por várias razões) estava invadido por cavalos. Como o Cavalo é o meu signo chinês, só posso concluir que foi uma pequena homenagem à minha pessoa.
Havia de todos os tamanhos, cores e feitios. Muito giro. Cá ficam 2 para ilustrar, mas muitos mais mereceriam destaque.
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À chegada a Paris (ou terá sido à partida) a confirmação daquilo que temia.
Morreu.
Morreu e bem morto, uma morte certamente cruel e dolorosa. E ainda por cima, pelo aspecto da coisa, deve continuar a doer já depois de morto.
Na rua onde deixo sempre o CJ, este pássaro (certamente símbolo de todos aqueles que passaram os últimos meses a cagar para o meu carro) já estava em decomposição.
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Rest in Peace
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