samedi, février 12

Charbon - Oberkampf - Noctambus, aka CON

Ontem voltei a invadir a noite de Paris, desta vez decidido a experimentar outra zona, já que da vez anterior, no Quaretier Latin, fiquei traumatizado com os 6 euros e meio (!) que paguei por uma cerveja, o que me pareceu algo desajustado à realidade contemporânea.

1300 paus por uma Heineken (é engraçado como uma pessoa vai buscar o preço em escudos quando quer dizer que algo é caro) pareceu-me na altura uma barbaridade, e desde então tinha-me ficado por festas na CitéU ou em casa de colegas do curso.

Fomos desta feita para Oberkampf (um nome, como todos sabem, tipicamente francês, mas que convém decorar pois parece que é o “quartier” in de Paris para sair à noite agora) e instalámo-nos num bar engraçado chamado “Charbon”.

Ainda queimado com o preço das bejecas, apoiei a ideia da aposta no vinho tinto, que acabou por se revelar bastante acertada. Não que tenha saído mais barato, acabei por largar bem mais do q pela defunta, mas como deu em média uma garrafa de vinho por pessoa, e durou boa parte da noite, pareceu-me bem mais razoável.

À saída... um crepe, obviamente. Um sucré às 5 da manhã sabe tão bem como às 5 da tarde. E o abastecimento sólido foi essencial para preservar o abastecimento líquido e para possibilitar um passeio meio sem-rumo pelas ruas de Paris em busca do NocturnBus em direcção a casa (saem todos de ao pé de Châtelet, e encontrar Châtelet às 5 e tal da manhã, e sem mapa, foi... engraçado.



(Vinho tinto, vinho tinto, ai vinho tinto vinho tinto...)

1 Comments:

At 2:40 PM, Anonymous o fotógrafo said...

Bom, nem me vou pronunciar...
Só quero mesmo dizer que o sucré das 5 da manhã era requentado, farinhento e, como primeiro crepe que comi em Paris, uma autêntica desilusão! Ainda para mais depois da escandalosa promoção que o nosso amigo pseudo-publicitário anda para aí a fazer dos ditos... Mas enfim, estou a ver que para ele vale tudo: desde que se chame crepe e seja comido na cidade das luzes, já é uma maravilha. Psss...
O que vale é que mais tarde tive oportunidade de saborear um, quer dizer, vários, esses sim verdadeiramente fabulosos (o "vegetariano" era de facto muito bom, o de confiture de fraise da Porte d'Orleans também, embora pouco higiénico, o sucré de S. Germain fantástico, e os da casa do sudeste asiático valeram essencialmente pela quantidade: 6 crepes a 2€ não é todos os dias...)

 

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